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Dia Domingo

Acordei hoje com o telefone gritando, acordei de sobressalto, 8 horas da madrugada! Meu pai atendeu no quarto dele, eu lá de olhos abertos, o sol queimando a retina... já era! tinha acordado e quem conhece meu pai ou apenas liga pra lá e quem atende é ele, sabe o vozeirão que ele tem. Estava conversando com minha mãe e catarina no telefone, tinham chegado bem e outros blás! Não deu outra, levantei. Descobri que estava tendo um problema com o brigadeirão de ontem. Ainda bem que comi pouco. Joguei o resto prás galinhas hoje de manhã. Aí meu pai foi molhar as plantas e eu fui fazer o café! E FIZ!! E ESTAVA PRETO!!! O 1º café gostoso da minha vida! EEEEEEEEEEEE Pra quem não sabe café gostoso pra mim é preto e não o chafé que minha mãe cisma em fazer.

Ok... O jornal chegou li a novela. Coloquei as coisas na mesa. 9hs começou a corrida e comecei a enjoar tambem. Meu pai abriu a coisa dos remedios e com aquele mundo lá de medicamentos, fechados inclusive não achamos nada de bom então fcamos na mesma e ele solta a solução:
- Leite é bom!!
Eu lá rezando que nao tivesse leite. Mas minha mãe que tava fazendo um tal de kefir comprou umas 10 caixas de leite longa vida, e meu pai abriu uma e encheu um copo.
- Posso por nescau? Ou açucar pelo menos? - eu já com os olhos cheios de agua
- Não senao tira o efeito.
Pra quem nao sabe eu odeio leite.
Saí da cozinha para a area e dei o 1º gole... engoli e danei a tossir, o leite voltou e eu nao consegui tomar mais...
- Pronto! Passou o enjoo, santo remedio.
Aí fui comer fruta, tomar cafe e iogurte.
E eu não sinto fome no domingo. A corrida tava um saco, desliguei e fiquei vendo meu pai lavando o carro. Tomando sou porque dentro de casa tava muito frio. Aí a Veja chegou, eu fui ler. Liguei a TV tava passando Globo Esporte, especial da Vida de Ayrton Senna... e aí bateu aquela saudade unica que ficou pra trás, que fazia bem aos nossos domingos... que enchiam tais manhãs... era o meu idolo. Era totalmente inconcequente... as cenas, as curvas, as ultrapassagens! Aquele show de velocidade, uma criança aprendendo a ter orgulho... eu era louca por Ayrton Senna, não só eu é claro! Mas eu vivia gravando os ultimos minutos das corridas para assistir mais tarde. Mais vezes.

Taí a coisa que eu mais sinto falta na minha infancia, a sensação de vitoria dos domingos. Hoje o domingo é tão vazio que nem o Fantastico me interessa. E Rubens Barichelo ficou em 6º. Ele pode morrer amanhã que não vai fazer diferença nenhuma.

Eu e meu pai rodamos Conquista inteira atras de um restaurante. Acabamos no Rafiki (ou Rakifi) mesmo. Comemos um file a parmigiana e tomamos pepsi twist.
Agora estou cheia e nao devo comer por mais 100 anos.
Estou na net. Quem quiser teclar. nielleperry@hotmail.com --> msn







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